Atuar no lugar do seu dia a dia com o mundo nas mãos
para fazer do mundo uma só família!

"Os cristãos leigos são homens e mulheres da Igreja no coração do mundo,
homens e mulheres do mundo no coração da Igreja!" (PUEBLA 789)

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

RENOVAÇÃO DAS PROMESSAS DE COMPROMISSO MISSIONÁRIO EM CURITIBA-PR.

Neste domingo, 14 de dezembro, realizou-se em Curitiba - Pr, a Renovação das Promessas de Compromisso Missionário pelos Leigos Missionários Xaverianos, após o Retiro de Preparação que foi animado pelo Pe. Rafael López Villaseñor. Na missa esteve presente também o Pe João Bortolocci Filho, que alegrou a todos com sua presença.
Reafirmaram seu compromisso como Leigos(as) Missioários(as) Xaverianos(as): Antonia de Souza, Graziella Maria Colombo, Iria Cristina da Silva, José Leopoldino de Assis, Maria Angélica Kroetz Kovalhuk, Maria Francisca Tozoz Henequi, Olívia Degani de Lima, Selma Inês Hella e Tânia Lima.
Na ocasião foi realizado também o envio do Pe Miguel Taboada para sua nova missão na Espanha, no desejo que ele retorne logo ao Brasil.
A todos nossas orações e preces!















sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

NOSSA SENHORA DE GUADALUPE



Nossa Senhora de Guadalupe - Padroeira da América Latina

No ano de 1523, na cidade de Guadalupe, no México, Nossa Senhora apareceu ao índio Juan Diego e fez dele um mensageiro de sua vontade junto ao bispo local.  Durante muito tempo, o índio não conseguia obter sucesso junto ao bispo, que não acreditava em sua história.  Até que um dia, o próprio bispo viu as flores silvestres que o índio trazia em seu manto, se transformarem na imagem de Nossa Senhora.
O manto do índio Juan Diego foi preservado e encontra-se exposto no santuário construído em homenagem à Virgem de Guadalupe, na colina de Tepyac.  Nele, pode-se encontrar o rosto da virgem e, na pupila de seus olhos vê-se gravada a imagem do índio.  Assim, Nossa Senhora de Guadalupe veio a se tornar Padroeira da América Latina, colocando sob sua especial proteção os povos indígenas que aqui habitam e que vivem constantes humilhações e marginalizações.

Para reflexão e oração:
Ó Deus, que nos destes a Santa Virgem Maria para amparar-nos como mãe solícita, concedei aos povos da América Latina, que hoje se alegram com sua proteção, crescer constantemente na fé e alcançar o desejado progresso no caminho da justiça e da paz.  Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.

Textos bíblicos sugeridos: Gl 4, 4-7  -  Lc 1, 39-47

Para rezar e cantar:

Mãe do Céu Morena,
Senhora da América Latina
De olhar e caridade tão divina
De cor igual a cor de tantas raças.
Virgem tão serena,
Senhora desses povos tão sofridos
Patrona dos pequenos e oprimidos
Derrama sobre nós as suas graças.
Derrama sobre os jovens a vossa luz.
Aos povos vem mostrar vosso Jesus.
Ao mundo inteiro trazei vosso amor de mãe.
Ensina a quem tem tudo a partilhar.
Ensina a quem tem pouco a não cansar,
E fazei o nosso povo caminhar em paz.
Derrama a esperança sobre nós.
Ensina o povo a não calar a voz.
Desperta o coração de quem não acordou.
Ensina que a justiça e condição.
Prá construir um mundo mais feliz e mais irmão
E fazei nosso povo conhecer Jesus.

UM POUCO DE HISTÓRIA...

A imagem da Morenita, como é chamada Nossa Senhora pelos mexicanos, assombrosa e inexplicavelmente se conserva em excelente estado, numa tela grosseira, como de estopa, e tão alta rala que, através dela, pode-se enxergar o povo e a nave da igreja.
Nisto podemos ver a mão de Deus, pois tal imagem não foi pintada por mãos humanas, e, ainda hoje, continua exposta no santuário construído no monte Tepeyac, conquistando corações mexicanos e de inúmeras nacionalidades que chegam com seus pedidos e agradecimentos.
Vejamos, portanto, o seu significado: partindo dos seus rasgos, passando pela simbologia indígena e chegando aos fenômenos que podem ser comprovados cientificamente, a Virgem de Guadalupe é sem dúvida uma aparição “dita sobrenatural”.
Podemos dizer que a imagem do sagrado manto é um cacho de símbolos, que reflete a identidade espiritual o cristão latino-americano; para compreender melhor esta explicação, sugerimos ter em mãos uma imagem de Nossa Senhora de Guadalupe.
O seu rosto moreno: representa a cor mestiça do povo nascente, tanto em relação à sua pele, quanto à cultura.
A túnica vermelho-pálida: antes, a cor do deus sol asteca, do sangue e da vida, e agora, a cor do Sangue do verdadeiro Redentor Jesus Cristo.
O manto verde-azulado: antes, a cor dos imperadores astecas, e agora, a cor da imperatriz do mundo; cor que sintetiza o deus dos índios o deus-dois, masculino e feminino, e agora, cor da Mãe do Deus-homem.
Sol envolvendo a Virgem: simboliza a divindade do sol, eclipsada pela mãe de Deus e a seu serviço.
Lua sob os pés e estrelas no manto: é a reconciliação de toda a natureza: do sol, da lua e das estrelas, depois de um longo conflito cósmico, como contam os mitos astecas.
Anjo sob a Virgem: é o anunciador de um novo sol, o Sol da Justiça, Cristo, inaugurando assim uma nova era: a da fé e da graça.
As duas cruzes: a cristã, no pescoço, e a cruz solar indígena, sobre o ventre, simbolizando a harmonia da religião asteca com a fé cristã.
Outro dado interessante a destacar é que vários cientistas, ao fotografarem os olhos de Nossa Senhora, encontraram misteriosamente num deles a cena onde o índio João Diego se apresenta diante do bispo, caindo as rosas do manto e aparecendo a imagem impressa nela.
Podemos ver como a totalidade da preciosa imagem, sua própria pessoa, é diálogo e mistura de etnias e humanidades diferentes. Ela reza de mãos juntas, do modo dos espanhóis, mas também quase iniciando uma dança, que é para os índios a máxima forma de reverenciar a Deus, seu rosto é mistura de raças, e, revelando-se mãe de todos, assume a cor de seus filhos mais necessitados.
De olhos negros e pele morena, ao mesmo tempo em que consola, nos desafia a sermos colaboradores na tarefa evangelizadora. Rosto amável que, com seu misericordioso olhar, delicado e profundo, continua nos provocando a trabalhar pela construção de um mundo novo, repleto de paz, respeito e amor. 
DETALHES DOS OLHOS:
O tamanho tão pequeno das córneas na imagem, cerca de 7mm a 8mm, descartam a possibilidade das figuras dos reflexos terem sido pintadas sobre os olhos. Devemos também ter em conta que o tecido, feito de fibras de Maguey, sobre qual a imagem foi estampada, é extremamente rudimentar e apresenta poros e falhas na costura, por vezes, maiores que os das córneas da imagem. Se com a tecnologia de que dispomos hoje é impossível criar ou reproduzir uma figura com tanta riqueza de detalhes, imagine para um artista no ano de 1531.
Os estudos dos olhos da Virgem de Guadalupe resultaram na descoberta de 13 pequenas imagens.
Primeiramente ampliou-se 1 mm da imagem 2.500 vezes. Um destes pontinhos microscópicos corresponde à pupila do Bispo Zumárraga (Que está por inteiro na pupila da Virgem) e foram ampliadas outras 1.000 vezes. Nela encontra-se novamente a imagem de Juan Diego mostrando o poncho com a imagem da Virgem de Guadalupe.
A imagem de (4)Juan Diego aparece duas vezes. Uma nos olhos da Virgem e outra nos olhos do Bispo que está nos olhos da Virgem.
Existe uma hipótese que diz que estas 13 figuras querem trazer uma mensagem da Virgem de Guadalupe para humanidade: que perante Deus, os homens e mulheres de todas as raças são iguais. Na opinião do doutor Aste, as figuras de 7 a 13 (grupo familiar indígena) são as mais importantes, pois estão no centro dos olhos, o que significa que a família é o centro do olhar compassivo de Maria. Poderia ser um convite da Virgem de Guadalupe a nos aproximarmos de Deus em família, especialmente nestes tempos em que está sendo tão desprezada e atacada.
O Dr. Aste, afirma que quando São Juan Diego foi recebido pelo (2) Bispo Zumárraga, a Virgem Maria estava presente; invisível, mas observando toda cena. Isto explica porque estão refletidas em seus olhos as imagens presentes. Quando São Juan Diego abriu o poncho e caíram as rosas, a imagem estampou-se, e em seus olhos levava o reflexo de todas as pessoas que testemunharam o milagre. Desta maneira, Deus quis nos deixar uma “fotografia” desta impressão milagrosa.

As Estrelas do Manto

12 de dezembro – Solstício de inverno
Na terça-feira, 12 de dezembro de 1531 de nosso calendário (Calendário Juliano), ou 22 de dezembro do Calendário Astronômico dos indígenas, aconteceu à aparição da Virgem de Guadalupe no poncho de São Juan Diego. Na manhã deste mesmo dia, ocorreu o solstício de inverno que para as culturas pré-hispânicas significativa o sol moribundo que recobra vigor e retorna à vida.
12 de dezembro de 1531, pela manhã do solstício de inverno
Para os indígenas, o solstício de inverno era o dia mais importante de seu calendário religioso. O sol vencia as trevas e ressurgia vitorioso. Não é coincidência que a Virgem tenha apresentado seu Filho justamente neste dia, ficando claro para os índios que aquele que ela trazia em seu seio era o verdadeiro Deus.

Fonte: Revista Milicia da Imaculada – Maio/2011

sábado, 6 de dezembro de 2014

A TODAS AS NAÇÕES!


 Venha fazer  parte desta geração,
que vai em nome do amor e do céu:
Pregar a paz entre os povos, 
Matar a fome de quem não tem pão,
  Estar com aqueles que estão jogados às margens da estrada,
A espera de um milagre!
Essa é a nossa missão, Deus confiou esta obra a nós!
Enquanto houver vida aqui, pregaremos teu nome.

A todas as nações!