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sexta-feira, 14 de outubro de 2016

APOSTOLADO DOS LEIGOS E LEIGAS


Neste vídeo Cesar Kuzman, faz um aprofundamento sobre o Decreto APOSTOLICAM ACTUOSITATEM e fala sobre a atuação dos leigos hoje dentro e fora da igreja.






Reflexões como: O que é ser leigo? Quais nossas dificuldades? O que queremos?
 
A dignidade dos cristãos não advém dos serviços e ministérios no interior da Igreja, mas da própria iniciativa divina, sempre gratuita, da incorporação a Cristo pelo Batismo (n.5).













 
Acesse o vídeo clicando no link:

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Vaticano II: o termo que se faz divisor de águas chama-se hermenêutica

Para João Batista Libânio, por meio do Concílio Vaticano II a Igreja católica lançou o olhar para dentro de si e para o mundo moderno

Por: Graziela Wolfart e Luis Carlos Dalla Rosa

Em entrevista concedida por e-mail à IHU On-Line, João Batista Libânio analisa, da seguinte forma, a atualidade e as perspectivas do Concílio Vaticano II após 50 anos de sua realização: “a face maior da Igreja modificou-se profundamente. Entrou espírito de liberdade diante de imposições externas, de leis extrínsecas. O fiel fez-se consciente e responsável no que diz respeito à Igreja institucional e deixou de ser simples súdito obediente. A vida litúrgica prossegue, embora mais lentamente, a caminhada de resposta às novas situações. A fé adquiriu maior clareza em face da Religião como instituição e expressão crítica diante da pluralidade estonteante de práticas religiosas. No entanto, a perda de clareza das referências objetivas por causa da irrupção no seio da Igreja do espírito de criatividade, liberdade e autonomia das pessoas, tem produzido reações conservadoras em busca de segurança. Aí se trava um dos combates duros do momento. Avançar com os riscos ou fixar-se em parâmetros objetivos, claros, mesmo que os tenha de buscar no passado. O termo que se faz divisor de águas chama-se hermenêutica. Para uns, faz-se o único caminho possível diante da descoberta da autonomia dos sujeitos e da rápida transformação social e cultural. Para outros, identifica-se tal caminhada com o famigerado relativismo, a ser, portanto, rejeitado. Entre relativismo a pedir reafirmação da objetividade dos ensinamentos e das práticas e a hermenêutica que introduz a fluidez das contínuas novas posições: eis o duelo maior do momento em termos teóricos. E o reflexo na prática chama-se ortodoxia, fundamentalismo, conservadorismo, de um lado, e, de outro, cisma branco, cisma silencioso, prescindência, liberdade em assumir os elementos doutrinais, morais e institucionais correspondentes à experiência das pessoas”.
João Batista Libânio é padre jesuíta, escritor, filósofo e teólogo. É também mestre e doutor em Teologia, pela Pontifícia Universidade Gregoriana – PUG, de Roma. Atualmente leciona na Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia – FAJE e é membro do Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG. É autor de diversos livros, dentre os quais destacamos Teologia da revelação a partir da modernidade (Loyola, 2005) e Qual o futuro do cristianismo (Paulus, 2008). Com Comblin e outros, é autor de Vaticano II: 40 anos depois (Paulus, 2005). Seu livro mais recente é A escola da liberdade: subsídios para meditar (Loyola, 2011).

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sábado, 24 de novembro de 2012

Subsídios de Formação


Subsídios de formação para os grupos de estudos.




Primeiro subsídio dividido em 10 encontros, voltado para os grupos que estão inciando a caminhada.

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Segundo subsídio dividido em 10 encontros, voltado para os grupos que já fizeram a caminhada do primeiro ano de estudo. 
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O Vaticano II, 50 anos depois. Artigo José Comblin (+ 27-03-2011)


O Concílio Vaticano II permanecerá na história como uma tentativa de reformar a Igreja no final de uma época história de 15 séculos. Seu único defeito foi que chegou demasiado tarde. Três anos após sua conclusão, tinha início a maior revolução cultural do Ocidente. 
A análise é do teólogo José Comblin, falecido em março deste ano, em artigo publicado na revista Adista Documenti, nº. 68, 24-09-2011. A tradução é de Benno Dischinger.

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sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Primeiro ano da canonização de São Guido Maria Conforti

Estamos para celebrar o primeiro ano da canonização de São Guido Maria Conforti,  dia 23 de outubro de 2011, Dia Mundial das Missões, o Papa Bento XVI presidia, em Roma, a Celebração Eucarística de canonização do Bem-aventurado Guido José Maria Conforti, Fundador da Pia Sociedade de São Francisco Xavier para as missões estrangeiras, os Missionários Xaverianos.

São Guido Conforti tem uma mensagem clara e valiosa para a Igreja, como foi atestada pelo Cardeal Ângelo Rocalli, o Papa João XXIII, ao afirmar que “Dom Guido era o exemplo mais claro de bispo Católico, porque unia na sua pessoa o empenho de manter viva a fé em sua diocese e, ao mesmo tempo, a solicitude para todas as Igrejas”.

Disponibilizamos alguns subsídios para celebrar este momento:


Novena de São Guido Maria Conforti (Livreto) <<Baixar>>

Missa e Novena de São Guido Maria Conforti (Livreto) <<Baixar>>

Missa 05 de Novembro - São Guido Maria Conforti (Folheto) <<Baixar>>

(Obs) - Os materiais podem ser baixados e reproduzidos na quantidade desejada.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

OS LEIGOS E AS LEIGAS E O PROTAGONISMO DA MISSÃO

    Desde o nosso batismo somos marcados para a missão, é o que aprendemos dos Evangelhos, quando os discípulos foram enviados para  proclamar a Boa Nova às criaturas, para que todos se tornassem testemunhas do Amor de Deus. Aprendemos também da tradição da Igreja, dos seus documentos apostólicos, das Encíclicas papais, das Conferências episcopais e das experiências do povo de Deus que assume a radicalidade batismal: ser fermento, sal e luz em busca de uma identidade cristã que nos torne mais próximos da vocação à Vida para todos e todas.

     A partir do grande acontecimento do Vaticano II, os leigos e leigas não são mais vistos como objetos da ação pastoral e sim como sujeitos da missão eclesial, ativos, protagonistas e co-responsáveis pela missão da Igreja no sentido mais abrangente do que a participação ou colaboração. É uma construção que se faz conjuntamente, assumindo assim todos os ônus e bônus da evangelização. 

     Assim, a identidade laical exige de todos nós uma postura ativa, de autonomia, coragem e audácia diante dos problemas humanos que exige atitudes de coerência na luta pela promoção da justiça e da fraternidade.

     Desde Medellín, quando os bispos da América Latina apontaram que o nosso continente era marcado por situações de opressão e injustiça, passando por Puebla, a partir da evangélica opção preferencial pelos pobres, os leigos são colocados como homens e mulheres da Igreja no coração do mundo e do mundo no coração da Igreja (Puebla 786); Santo Domingo nos convida a promover uma nova evangelização que leve em conta a inculturação; e recentemente em Aparecida, quando se coloca que “o espaço próprio da missão do leigo é sua atividade evangelizadora  num mundo vasto e complexo da política, da realidade social e da economia, como também o da cultura, das ciências e das artes, da vida internacional e outras realidades abertas à evangelização, como são o amor, a família, a educação das crianças e adolescentes, o trabalho profissional e o sofrimento” (Aparecida 174).

     Portanto, a nossa missão é de sermos discípulos-missionários, engajados na construção da chamada missão permanente que toda a Igreja é convocada a realizar, fazendo com que todas as comunidades, pastorais e organismos sejam fontes de evangelização, sinais de justiça e de igualdade.

     Os desafios que nos são colocados no contexto do século XXI, neste período pós-moderno, apontam para o enfrentamento de todas as intolerâncias religiosas e culturais, das injustiças institucionalizadas; e situações de violência e opressão. Para tanto se faz necessário continuar construindo a cultura da paz, do diálogo inter-religioso e ecumênico, da consolidação das Comunidades Eclesiais de Base, das pastorais sociais, da organização dos movimentos sociais e proféticos para a realização plena do ser humano.

     No evento da Proclamação do Bispo Guido Maria Conforti como Santo e Modelo para toda a Igreja que está prestes a celebrar no dia mundial das missões deste ano, estamos construindo um processo bonito de articulação dos leigos e leigas, a partir do carisma e da espiritualidade xaveriana, procurando testemunhar a irmandade universal vivida por Conforti e pelos missionários consagrados, que fazem de sua vocação um compromisso com a evangelização ad gentes.

        Por Luiz Carlos e Marlene Alves Frederick missionários leigos xaverianos - São Paulo

Ser leigo na Igreja hoje

De um modo geral, as pessoas podem entender (ou achar) que todos aqueles que participam de uma maneira ou outra da Igreja ou de alguma comun...